Neste sábado (21), a região 1, que é composta pelo Sul, Leste, Litoral e Campos Gerais – incluindo Palmeira, completa o escalonamento estabelecido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária de vazio sanitário da soja no Estado.
As demais regiões do Paraná já entraram no período no início do mês.
A medida, que vai até 19 de setembro na região, é uma forma de diminuir a proliferação do fungo Phakopsora pachyrhizi, causador da ferrugem asiática, doença mais severa da cultura da soja, que pode causar perdas de até 90% de produtividade se não controlada.
Durante o vazio sanitário não é permitido cultivar ou manter plantas vivas de soja no campo, com o objetivo de que não se tornem hospedeiras do fungo e fonte de multiplicação da doença no ciclo do grão.
No Paraná, os períodos do vazio sanitário foram escalonados em três etapas, conforme os diversos microclimas do Estado.
A definição foi feita pelo Mapa, com o objetivo de estabelecer os períodos mais adequados para o plantio e reduzir a propagação do fungo.
A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), vinculada à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, é responsável pela fiscalização em todo o território paranaense, devendo aplicar as penalidades previstas em legislação aos produtores que não fizerem a erradicação das plantas vivas de soja durante o período do vazio sanitário.































