Os dias mais quentes, causados pela chegada a Primavera, o assunto horário de verão, suspenso em 2019, volta às rodas de discussões.
Mas afinal, neste ano o Governo Federal vai ou não adotar o sistema?
Medida controversas – há os que odeiam e os que amam -, a informação oficial é de que ainda não se tem decisão sobre o assunto, mas o Operador Nacional do Sistema (ONS) aponta a sua possibilidade no Plano de Operação Energética de 2025.
Com alta no consumo apontada pelos estudos, o horário de verão pode ser uma alternativa para aliviar a demanda nos momentos de maior consumo, especialmente ao anoitecer, quando o uso de energia dispara e a produção solar e eólica diminui.
A ideia é simples: adiantar os relógios para aproveitar melhor a luz natural e, com isso, reduzir a demanda nos horários de pico.
Em julho, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que a decisão oficial deveria sair até setembro, mas ainda não houve posicionamento.
Se for adotado, o horário de verão começaria a zero hora no primeiro domingo de novembro até a zero hora do terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte, em parte do território nacional.




























