O município de Palmeira deve se consolidar como o terceiro maior produtor de trigo da região dos Campos Gerais, com área cultivada de 11.400 hectares registrou produção de 29.070 toneladas na safra 2025.
Palmeira fica atrás de Tibagi e de Arapoti.
Tibagi lidera com folga, tendo uma produção de 50.456 toneladas de 22.400 hectares; seguido por Arapoti, com área cultivada de 10 mil hectares e produção de 30.600 toneladas.
Castro é o quarto no ranking regional, com área maior do que Palmeira e Arapoti – 15 mil hectares, mas produção menor, de 28.050 toneladas.
De acordo com dados do Departamento de Economia Rural (Deral), na safra atual, a área plantada diminuiu de 22.400 hectares para cerca de 20 mil hectares, mas a produtividade aumentou, com estimativa de 78 mil toneladas.
Com 40% da produção já colhida até o momento.
O boletim de safra do Deral, divulgado no fim de setembro pela Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento, apontou um rendimento médio estadual de 3.258 kg por hectare, superior aos 2.139 kg/ha da safra anterior.
No ranking estadual, os municípios que mai produzem trigo no estado são Cascavel (65.500 mil toneladas) e Londrina (57 mil toneladas).
Apesar da boa produtividade, os preços do trigo registram queda neste ano.
A saca de 60 kg está sendo comercializada, em média, a R$ 64,00 neste mês, valor 19% menor que no mesmo período do ano passado, quando o preço médio era de R$ 79,00.
Ainda assim, produtores com colheita dentro da normalidade e boa qualidade têm conseguido margem de rentabilidade positiva, mesmo que discreta.































