Copel entrega 12,5 mil km de novas redes do Paraná Trifásico. Foto - Copel / Divulgação

Antes modelo de eficiência no Brasil, a Copel foi rebaixada a campeã de queixas dos consumidores na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Em um ano, o número de reclamações aumentou em 37%, subindo de 2.706, em 2024, para 3.718 até novembro deste ano.

As informações foram apresentadas pelas bancadas do PT na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa, que agora pretendem a retomada pelo Estado do Paraná do controle da Copel.

A interrupção do fornecimento de energia motiva o maior número de denúncias à Aneel.

A empresa foi privatizada pelo governo de Ratinho Junior (PSD), em 2024.

De lá para cá, vai ladeira abaixo na qualidade dos serviços, segundo afirmação do deputado federal Tadeu Veneri, que comprovou a afirmação mostrando que, no ano passado, em relação a denúncias de problemas, a Copel ficou entre as três piores do país.

É por isso que o PT e outros partidos, junto com movimentos sociais e entidades sindicais estão lançando a campanha pela reestatização da empresa.

A proposta é fazer um projeto de iniciativa popular para tornar a companhia pública novamente.

Para apresentar o projeto, são necessárias 90 mil assinaturas.

O movimento busca ganhar corpo para que seja possível desfazer a privatização e o atendimento à população volte a ser o foco da empresa.

Energia elétrica é um serviço essencial, afirma Veneri, que não poderia estar submetido à lógica do lucro a qualquer custo.

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