O Brasil mantém o alerta para o risco de importação do sarampo, especialmente com o aumento do fluxo de viajantes neste verão.
Após o país recuperar a certificação de área livre da doença, estados como São Paulo, Mato Grosso do Sul e Paraná reforçam a vigilância epidemiológica e as campanhas de imunização.
A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, é a principal ferramenta de prevenção.
Recomenda-se que a dose seja aplicada com pelo menos 15 dias de antecedência de viagens ou participação em eventos de massa.
A Secretaria de Saúde do Paraná mantém o monitoramento contínuo, embora não haja registro de transmissão local.
O foco paranaense está na orientação de profissionais de saúde e viajantes.
O esquema de vacinação, disponível gratuitamente no SUS, indica para pessoas até 29 anos: duas doses; adultos de 30 a 59 anos: uma dose; e trabalhadores da saúde: duas doses independentemente da idade.
O sarampo é uma doença infecciosa altamente contagiosa que já foi uma das principais causas de mortalidade infantil em todo o mundo.
Segundo o Ministério da Saúde, apesar dos avanços significativos no controle e prevenção por meio da vacinação, a doença ainda representa um desafio para a saúde pública, especialmente em regiões com baixas taxas de imunização.
A transmissão do vírus do sarampo ocorre de pessoa a pessoa, por via aérea, ao tossir, espirrar, falar ou respirar.
E pode ocorrer entre seis dias antes e quatro dias após o aparecimento das manchas vermelhas pelo corpo.
Uma pessoa infectada, por exemplo, pode transmitir para 90% das pessoas próximas que não estejam imunes.
Medidas complementares, como higienizar as mãos com frequência, cobrir o nariz e a boca ao tossir ou espirrar e evitar contato próximo com pessoas doentes, também ajudam a reduzir o risco de transmissão.































