Foto/Waldir Joanassi Filho - Elevatória de esgoto da Sanepar, às margens do Rio Monjolo, no Núcleo Tibagi, registra vazamentos periódicos que resultam no despejo de dejetos no córrego.

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) tornou pública, nesta segunda-feira, a celebração de termos aditivos para a prestação de serviços de água e esgoto em diversas microrregiões do estado.

O documento oficializa metas de cobertura e qualidade para os municípios atendidos pela companhia, em adequação às normas da Agência Nacional de Águas (ANA) e ao Novo Marco Regulatório do Saneamento Básico.

O acordo estabelece a manutenção de 100% de cobertura no abastecimento de água potável durante toda a vigência dos contratos.

A medida vale para todos os municípios atendidos nas microrregiões Centro-Litoral, Centro-Leste e Oeste.

Para o esgotamento sanitário, a Sanepar definiu metas progressivas.

O documento também traça objetivos para a redução de perdas de água na distribuição.

A publicação no Diário Oficial do Estado traz ainda os índices para cidades na microrregião Centro-Leste (MRAE-2), que abrange Castro Carambeí, Ponta Grossa e Palmeira.

Palmeira não aparece listada com as metas de coleta de esgoto, mas municípios do mesmo porte, como Piraí do Sul, de outra microrregião, aparecem com meta de 90% em 2032.

Além da expansão da rede, a Sanepar compromete-se com a qualidade.

Para a água, a exigência é que 95% das amostras estejam dentro do padrão de coliformes totais do Ministério da Saúde até 2025.

Já para o esgoto, a meta é alcançar 90% de conformidade na Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO) na saída do sistema de tratamento na maioria dos municípios já em 2025.

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