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O novo Boletim InfoGripe da Fiocruz sinaliza que o Paraná é um dos 11 estados com incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave em nível de alerta, risco ou alto risco (últimas duas semanas) com indícios de crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas).

No estado, os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave por vírus sincicial respiratório continuam aumentando.

As hospitalizações por influenza A também estão em alta no Estado e, segundo o boletim da Fiocruz, os casos graves por influenza B também estão se espalhando pelo Paraná.

A análise é referente à Semana Epidemiológica 22, período de 31 de maio a 6 de junho.

Os dados de resultados laboratoriais por faixa etária mostram que a alta de SRAG em crianças de até 4 anos de idade tem sido impulsionada principalmente pelo VSR, enquanto o rinovírus tem predominado entre crianças e adolescentes de 5 a 14 anos.

Nas últimas semanas, também tem sido observado um predomínio de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave associados à influenza A entre jovens, adultos e idosos.

A influenza B vem apresentando aumento, especialmente nas faixas etárias de 5 a 14 anos e de 15 a 49 anos.

Em 2026 já foram registrados 3.591 óbitos de Síndrome Respiratória Aguda Grave no Brasil, sendo 1.641 (45,7%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório.

Dentre os óbitos positivos do ano corrente observou-se 41,9% de influenza A, 4,9% de influenza B, 9,1% de vírus sincicial respiratório, 20,4% de rinovírus e 21% de Sars-CoV-2 (Covid-19).

Nas quatro últimas semanas epidemiológicas a prevalência entre os óbitos positivos foi de 46,5% de influenza A, 9,9% de influenza B, 17% de vírus sincicial respiratório, 18,4% de rinovírus e 6,8% de Sars-CoV-2 (Covid-19).

Em Palmeira, segundo os dados da Secretaria de Estado da Saúde – boletim da última quinta-feira, dia 11, são nove casos de Influenza A (um deles não subtipado), um caso de Influenza B, 18 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave, três casos de Covi-19 e 14 casos em investigação.

A recomendação das autoridades de saúde é para que as pessoas dos grupos prioritários tomem a vacina contra a influenza e o Vírus Sincicial Respiratório, para diminuírem as chances de desenvolverem a forma mais grave da doença ou irem a óbito, caso se infectem por esses vírus.

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