Funcionários que prestavam serviços terceirizados à Prefeitura de Palmeira por meio da empresa Fortress Serviços seguem sem receber verbas rescisórias e outros direitos trabalhistas após o encerramento do contrato, ocorrido no início deste ano.
De acordo com relatos, foi em janeiro que a empresa deixou de realizar os pagamentos a cerca de 200 trabalhadores, alegando, na época, um bloqueio judicial de suas contas. Com a rescisão contratual, uma nova empresa assumiu os serviços e recontratou parte significativa dos profissionais.
Apesar da retomada das atividades, permanecem pendentes valores referentes às rescisões contratuais, férias proporcionais, 13º salário e outros direitos. Segundo os trabalhadores, a Fortress havia estabelecido o dia 20 de março como prazo final para a regularização dos pagamentos, o que não se concretizou.
Ainda conforme os relatos encaminhados à Rádio Cruzeiro, muitos funcionários enfrentam dificuldades para entrar em contato com a empresa. Há casos de trabalhadores com até seis anos de vínculo que ainda aguardam o recebimento dos valores devidos.
“Recebemos até agora muitas desculpas. Agora, a empresa nem responde mais, não atende, e a prefeitura também não se posiciona a nosso favor”, afirmou uma das trabalhadoras.
A reportagem procurou a Prefeitura de Palmeira, por meio da assessoria de comunicação, para esclarecer quais medidas podem ser adotadas diante da situação, como eventual notificação da empresa, orientação aos trabalhadores ou possibilidade de apoio jurídico. Até o momento, não houve retorno. O espaço segue aberto para manifestação.


























