A relevância da produção de tabaco para o desenvolvimento econômico social dos municípios será debatida em área técnica na 27ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios.
O debate organizado pela Confederação Nacional de Municípios será realizado amanhã à tarde, na Arena 10.
Os principais aspectos abordados serão a participação do produto no comércio exterior, o impacto na melhoria da qualidade de vida dos produtores rurais e aspectos ambientais.
Segundo o secretário-executivo da Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco), Vinícius Pegoraro, um dos participantes do evento, a cadeia produtiva respeita muito o meio ambiente e as legislações trabalhistas e o tabaco é um dos produtos mais exportados pelo Brasil.
Nos municípios produtores, segundo a Amprotabaco, foi observada melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores do campo e aumento da fixação das famílias.
O assunto é de relevante interesse para o município de Palmeira, que é o sétimo maior produtor de tabaco do Paraná.

Na safra 2023-2025, de acordo com dados do Deral, a produção no município foi de 9.025 toneladas, com valor bruto de comercialização perto de R$ 180 milhões.
Dados da Amprotabaco da safra de 2024-2025, apontam que Palmeira teve valor de comercialização de R$ 200 milhões.
A cultura do tabaco no Paraná abrange 120 municípios, concentrados, sobretudo, no Centro-Sul e Campos Gerais.
Os municípios maiores produtores são: São João do Triunfo, Rio Azul, Ipiranga, Prudentópolis, Palmeira, Irati, Imbituva, São Mateus do Sul, Guamiranga e Ivaí.





























