Os produtores de feijão da segunda safra no Paraná enfrentam uma forte quebra de rendimento e perda de qualidade nas lavouras devido a uma sequência de adversidades climáticas.
De acordo com o Boletim de Condições de Tempo e Cultivo do Departamento de Economia Rural (Deral), divulgado na última terça-feira, as plantações sofreram com estresse hídrico no início do ciclo, geadas recentes e excesso de umidade, além do registro de doenças como a antracnose.
Apesar do cenário de perdas, que deixou 24% das lavouras em condições ruins e 39% em situação média, o impacto financeiro foi amenizado.
Segundo os técnicos, a forte elevação dos preços do feijão nas últimas semanas tem funcionado como um amortecedor para os prejuízos no campo, onde a colheita já atinge 79% da área.






























