Nos últimos dias, voltaram a circular em redes sociais diversos vídeos e áudios com questionamentos sobre as vacinas, com conteúdo bastante parecido àqueles que circularam durante a pandemia de Covid-19 e levaram desinformação à população, provocando reações contra a vacinação em massa como forma de proteção ao contágio.
A nova onda de desinformação chega após uma recuperação dos índices de cobertura vacinal em todo o Brasil, graças às campanhas e incentivo dos órgãos de saúde pública.
Tanto o Ministério da Saúde como as secretarias estaduais e municipais têm publicado alertas à população sobre o conteúdo falso veiculado por negacionista da ciência.
O fato é que muitas pessoas ainda possam ceder à desinformação e deixa de receber as vacinas, assim como deixa de proteger filhos e outros familiares em função dessa onda de desinformação.
No caso de Palmeira, por exemplo, a cobertura vacinal básica em crianças menores de um ano, segundo dados oficiais do Ministério da Saúde, até dezembro de 2025, superava, em todas, 95%.
A cobertura vacinal da pentavalente (DTP+Hib+HB) chegou a 95,73%; da pneumocócica 10-valente a 99,75%; da poliomielite inativada (VIP) foi de 95,98%; e a cobertura vacinal da primeira dose da vacina tríplice viral foi mais longe, chegando a 100,5%, ou seja, ultrapassou o número estimado de crianças que deveriam receber a vacina no município.
Do período anterior à pandemia até 2022, a média da cobertura vacinal de crianças baixou, em alguns casos chegando a menos de 80%, o que colocou em risco a saúde dessas crianças.
Destacando que hoje, alguns estados do país, como São Paulo, estão enfrentando surtos de doenças que era consideradas erradicadas pela vacinação, como o sarampo.
Assim, a orientação dos órgãos de saúde pública é para que a população não acredite na desinformação espalhada pelo negacionismo científico, e que continue a proteger as crianças e a proteger-se contras as doença evitáveis pelas vacinas.































