A Petrobras anunciou, no dia 8 de outubro, um novo aumento nos preços da gasolina e do gás de cozinha. Os novos preços entraram em vigor no dia seguinte, quando os valores dos dois combustíveis ficaram mais de 7% mais caros. Somente neste ano, desde janeiro, o governo Jair Bolsonaro permitiu que o preço da gasolina subisse 62% e do gás 48%.

Com o mais recente reajuste o preço médio de venda do gás passará de R$ 3,60 para R$ 3,86 por quilo, equivalente a R$ 50,15 por botijão de 13 quilos, refletindo reajuste médio de R$ 26,00 por quilo, após 95 dias com preços estáveis. Para os consumidores residenciais, no entanto, o preço do botijão de 13 quilos deve ultrapassar R$ 110,00 nas revendas de Palmeira.

No caso da gasolina, o preço médio de venda passará de R$ 2,78 para R$ 2,98 por litro, refletindo reajuste médio de R$ 0,20 por litro. Com isso, para os motoristas que abastecem seus veículos em postos de combustíveis de Palmeira, a gasolina comum deve ser vendida nos a mais de R$ 6,00 o litro.

Energia elétrica

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou, na sexta-feira, o reajuste do preço de energia gerada por três usinas termelétricas – uma no Paraná e duas no Rio Grande do Norte – após a alta dos combustíveis e de outros fixos de empreendimentos.

Na Usina termelétrica Araucária, que fica no Paraná, o reajuste será de 26,8% e o preço passará de R$ 2.013,18 para R$ 2.553,20 por megawatt hora. No caso da térmica paranaense, o novo valor será aplicado a parir de 7 de outubro até 15 de novembro deste ano.

A justificativa para o aumento são a crise hídrica e os aumentos constantes dos preços dos combustíveis. Esses aumentos devem impactar diretamente no custo da energia elétrica para os consumidores finais.

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