Cerca de 200 trabalhadores que prestavam serviços terceirizados à Prefeitura de Palmeira por meio da empresa Fortress Serviços seguem sem receber verbas rescisórias após o encerramento do contrato com o município.
De acordo com relatos, os pagamentos foram interrompidos ainda em janeiro, quando a empresa teria alegado um bloqueio judicial de suas contas. Desde então, valores como saldo de salário, férias, FGTS e indenizações rescisórias permanecem pendentes.
Após a rescisão contratual, uma nova empresa assumiu os serviços e recontratou parte dos trabalhadores. No entanto, os débitos deixados pela antiga prestadora continuam sem solução, gerando apreensão entre os funcionários.
PREFEITURA NEGA FALHA E DIZ QUE ATUA POR SOLUÇÃO
Em nota, a Prefeitura de Palmeira afirmou que tem acompanhado a situação desde que tomou conhecimento das dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores.
Segundo o posicionamento, a gestão administrativa está atuando em conjunto com o sindicato da categoria para buscar uma solução célere, com o objetivo de garantir que todos os funcionários recebam corretamente seus direitos.
O município ressaltou ainda que o não pagamento, até o momento, não decorre de falha da administração, que, segundo a nota, tem cumprido integralmente suas obrigações contratuais junto à empresa terceirizada.
A Prefeitura também informou que mantém contato permanente com o sindicato, representado por Marco Aurélio, repassando as informações solicitadas. Conforme retorno da entidade, estão sendo avaliadas medidas legais cabíveis para assegurar que nenhum trabalhador seja prejudicado.
TRABALHADORES AGUARDAM DESFECHO
Apesar das tratativas, os trabalhadores seguem sem previsão concreta de pagamento. Muitos relatam dificuldades financeiras e cobram rapidez na resolução do caso.
O impasse pode avançar para a Justiça do Trabalho, onde poderá ser discutida eventual responsabilidade da empresa e, de forma subsidiária, do poder público.


























