Foto: Divulgaçao

O projeto de lei da Lei Orçamentária Anual de 2026 para o Município de Palmeira, que está sob análise das comissões permanentes da Câmara Municipal, estima a receita e fixa a despesa em R$ 298.414.544,73.

Ele aguarda a emissão de pareceres para que possa ser convocado para votação em plenário.

Ontem, destacamos aqui que o orçamento para o Poder Executivo, previsto no projeto de lei, é de pouco mais de R$ 244 milhões 373 mil.

Para o Poder Legislativo, a Câmara Municipal, a estimativa de receita é de R$ 10 milhões 832 mil.

O Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) tem receita estimada em R$ 44 milhões 793 mil, enquanto o Instituto Municipal de Assistência à Saúde de Palmeira (Imasp) tem estimativa de receita de R$ 9 milhões 247 mil.

O envio dos projetos para o Legislativo atendeu o prazo legal, que é o final do mês de agosto.

Assim, os valores estimados estão distribuídos na estrutura atual, com Procuradoria, Controladoria, Gabinete do prefeito e sete secretarias:

Gabinete do Prefeito                                                   R$ 944.684,67

Controladoria Geral do Município                               R$ 407.290,00

Procuradoria Geral do Município                                R$ 3.754.418,82

Secretarias:

Desenvolvimento Urbano                                            R$ 28.334.764,45

Gestão Pública e Finanças                                           R$ 43.961.407,38

Desenvolvimento Rural                                               R$ 17.503.154,38

Educação, Esporte e Lazer                                           R$ 65.990.165,30

Saúde                                                                           R$ 50.632.667,48

Assistência Social                                                         R$ 7.908.703,29

Meio Ambiente, Cultura, Turismo e Comunicação     R$ 10.726.023,95

E, ainda, a Reserva de Contingência                            R$ 3.378.202,83

Tanto o PPA como a Lei Orçamentária não contemplam à nova estrutura administrativa da Prefeitura porque o projeto de lei que dispõe sobre a reforma ainda não foi aprovado pela Câmara.

A proposta que está em análise nas comissões permanentes prevê 14 secretarias mais Procuradoria e Controladoria, além do gabinete do prefeito.

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