A chegada da Páscoa traz consigo um aumento significativo na comercialização e adoção de coelhos.
No entanto, o que muitas vezes começa como um presente lúdico para as crianças pode terminar em abandono e sofrimento para os animais.
Autoridades e médicos veterinários alertam que a compra por impulso é a principal causa do descarte de coelhos semanas após o feriado.
A prática, além de cruel, é considerada crime de maus-tratos previsto em lei.
Especialistas reforçam que a vida de um ser senciente não pode ser tratada como um capricho passageiro.
Durante o período da Páscoa, cresce o interesse das famílias em adquirir coelhos como animais de estimação.
Porém, após o fim da novidade, muitos são abandonados, tratados como objetos descartáveis.
Diferente da imagem popularizada por desenhos animados, os coelhos exigem cuidados específicos e conhecimento técnico.
Segundo o médicos veterinários a alimentação baseada apenas em cenouras é um mito perigoso.
Eles explicam que o coelho deve ter uma dieta equilibrada, composta principalmente por erva seca, que ajuda no desgaste dos dentes — que crescem continuamente — além de vegetais e ração em quantidades controladas.
Outro ponto de atenção é a fragilidade física desses animais.
Seus ossos são mais delicados que os de cães, e quedas podem ser fatais. Também é importante destacar que jamais se deve pegar um coelho pelas orelhas.


























