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O Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgaram ontem os dados de maio da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos.

O valor do conjunto dos alimentos básicos aumentou nas 27 capitais pesquisadas.

As cestas mais caras foram verificadas em São Paulo (R$ 952,20), Cuiabá (R$ 925,49) e Rio de Janeiro (R$ 914,48).

As mais baratas em São Luís (R$ 651,15), Aracaju (R$ 652,73) e Rio Branco (R$ 689,11).

Na capital do Paraná, Curitiba, o valor da cesta básica ficou em R$ 843,13.

Em maio, o salário mínimo necessário deveria ter sido R$ 7.999,44.

O valor é 4,93 vezes o mínimo em vigor, de R$ 1.621,00.

Mensalmente, o DIEESE estima o salário mínimo necessário com base no valor da cesta básica mais cara e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele (quatro pessoas, sendo dois adultos e duas crianças que equivalem a um adulto) com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.

Os itens da cesta básica monitorados pelo DIEESE são: carne, leite, feijão, arroz, farinha (de trigo ou mandioca, dependendo da região), batata, legumes (tomate), pão francês, café, frutas (banana), açúcar, óleo de soja e manteiga.

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