O governo federal lançou, ontem, o Plano Safra 2026/2027 com R$ 525 bilhões para o agronegócio.
São R$ 9 bilhões a mais em relação à safra anterior.
O programa oferece linhas de crédito e incentivos para médios e grandes produtores.
Do total de recursos, R$ 385 bilhões são para custeio e comercialização em insumos, lavouras e rebanhos.
Outros R$ 140 bilhões serão para modernização, inovação tecnológica, irrigação, armazenagem, além da compra de máquinas e equipamentos.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, destacou, que mesmo num cenário de alta de juros, houve redução geral das taxas do agronegócio.
Ele destacou que o patamar baixou de 14% para 12% ao ano em grande parte das linhas e de 10% para 9% em outro componente das linhas do agronegócio.
Quanto ao limite de crédito de investimento equalizado, foi de R$ 1 milhão para R$ 1,5 milhão, também para o limite de comercialização para cooperativas, com o repasse para os cooperados também de R$ 1 milhão para R$ 1,5 milhão”.
O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, falou sobre o número recorde do plano safra, dizendo que o volume total dos recursos passa de R$ 516 bilhões para R$ 525,1 bilhões.
Os recursos destinados ao investimento avançam de R$ 101,5 bilhões para R$ 140,2 bilhões.
Uma expansão superior a 38%, fortalecendo a modernização da agricultura brasileira.
Ainda, que foi ampliado o apoio aos médios produtores, com o Pronamp alcançando R$ 72,6 bilhões.
Nos próximos dias, o governo vai apresentar uma proposta para ao Congresso Nacional sobre renegociações de dívidas rurais.






























